
Maggie Paiva
Jornalista - Escritora - Editora
"Justo a mim
me coube ser eu!"
(Mafalda)
Como tudo começou
Eu devia ter uns oito anos e estava lendo uma adaptação infantil de "Tom Sawyer". Foi mais ou menos depois que eu li "A hora do amor", de Álvaro Cardoso Gomes.
É engraçado pensar nessas duas leituras porque eu tenho certeza que elas são prévias ao momento da minha vida em que eu passei a gostar de ler. Por isso, não digo que esses dois livros contribuíram com meu amor pela leitura. Eles impactaram, no entanto, na minha paixão pela escrita.
E esses dois livros me encantaram de tal forma que foi entre os dias em que os li que eu falei pela primeira vez em voz alta: "eu vou ser escritora".
Foi após essa manifestação que eu escrevi minha primeiras páginas, em um caderno. Eram personagens e acontecimentos que misturavam aspectos da minha própria infância com pedaços das duas histórias lidas.
Foi a primeira vez que escrevi. E, felizmente, eu não parei mais.
Conheça "Perpétua"
“Perpétua” é um romance de não-ficção que conta a história de uma família que partiu rumo ao Pará, em busca de uma vida melhor, na década de 1970.
Anos depois, na tentativa de voltar para perto da família, no Ceará, o caminho de Perpétua e de seus filhos cruzaria o trajeto do barco a motor Jolú.
E esse encontro mudaria para sempre a vida da família e de todos os outros passageiros.
Mais que um romance, “Perpétua” é um registro histórico de um fato que não pode e não deve cair no esquecimento.
Recheado de fotos, documentos e relatos, é um prato cheio para quem aprecia a leitura de histórias reais e dramas emocionantes.
O livro está disponível, em sua versão digital, na Amazon ― para ler no Kindle ou no aplicativo para smartphones.
Além disso, assinantes do Kindle Unlimited têm acesso gratuito a essa obra de mais de 300 páginas.
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